CELSO MATHIAS
Desde menino, quando segurou pela primeira vez uma prancheta como quem recebe uma chave secreta, Celso Mathias descobriu que desenhar era abrir passagem para outros mundos. Os anos o levaram por caminhos de tinta, papel e silêncio criativo — mas a essência permaneceu: pintar é a forma mais íntima de respirar.

Primeiro estúdio - 1983 - 1976

Há também, em sua obra, uma porta secreta para o fantástico. Seres improváveis, paisagens oníricas, criaturas que nasceram da imaginação e caminham na fronteira entre sonho e memória. Seu universo fantástico não é fuga: é retorno. É o lugar onde convivem infância, mito, símbolo e liberdade.
Entre o real e o imaginário, sua arte respira. Há mares que existem, e mares que só existiriam se ele não os pintasse. Há ruas verdadeiras, e ruas que só a alma reconhece. Tudo em sua pintura é convite: sentir mais, olhar mais, lembrar mais de si.
Como professor, Celso compartilha a chama — acompanha cada aluno como quem observa o nascimento de um novo gesto no mundo. Ensina técnica, sim, mas sobretudo ensina o valor da sensibilidade, esse território onde a arte acontece antes de existir.
Celso Mathias pinta para tocar o invisível.
Para transformar silêncio em cor.
Para lembrar a cada um de nós que a arte é o instante em que o real e o imaginário se abraçam.


Primeira pintura - 1983



Painel feito na casa dos pais do artista em 1983 quando Celso mathias tinha 17 anos. Pintado com tintas de parede e giz pastel. Infelizmente depois de alguns anos o painel teve que ser coberto por tinta branca, devido a uma infiltração na parede.

Primeira exposição - 2004

Fernanda Japiassú - Companheira de 22 anos


As duas filhas do casal - Bella e Nina


































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